25 de maio de 2011

Domingo Encantado... manhã de Princesa...

Cinderela...
...
dos trópicos!

Nada de vestidos de mangas bufantes e saias de bolo....

Pissuca é Cinderela versão light:


... vestido esvoaçante, mas sequinho...no máximo uma barra de filó (pois princesa não é de ferro, não é mesmo?!):



... manga regata e decote nadador nas costas..



... e a coroa, claro né... lá existe princesa sem coroa?



... acontece que a princesa, minha gente, é A Cinderela.... então.. o sapatinho tinha que seguir a tradição, né não????

Literalmente sapatinho de princesa...



E daí que foi uma manhã deliciosa... cheia de diversão e magia...



Sem dúvidas... felizes para sempre!!!!!


E.t.: o vestido em questão... acreditem... é uma camisola hehehehe... que a imaginação transformou no vestido mais lindo de todas as princesas... 


Dica preciosa ... (off-topic... ou não!)

Bem.. não sei se já falei aqui mas... existem 2 coisas que eu gosto muito (além de escrever, claro): fotografia e scrapbooking.
Então hoje vim divulgar uma dica super legal para quem não conhece o scrapbooking. É um curso online para iniciantes.

Eu não sou exatamente uma iniciante... mas como também não posso ser considerada uma profissional... então... dúvidas que estarei participando???

Dados abaixo:


Para participar é só se cadastrar no site...
http://www.scrapbookbrasil.com

e acompanhar o fórum com este tópico...
http://www.scrapbookbrasil.com/comunidade/showthread.php?22995-1-2-3...-Scrap!

#ficaadica

18 de maio de 2011

Mãe-molenga #soudessas


Então que eu fui levar minha mãe na emergência de ortopedia, que ficava do lado da ortopedia pediátrica....
E então que chega uma menininha mais ou menos da idade da Júlia com o bracinho quebrado e chorando muito e gritando “Mamãaaae.... tá doendo... tá doendo muito.... mamãaaae”.....
E daí que a mãe aqui começou a baixaria: comecei a me imaginar na situação, com minha Pissuca chorando de dor, me chamando e eu sem nada poder fazer..
E aí que a mãe-molenga começou a passar mal. Sério! Juro! Sensação de desmaio, vista turva, vontade de vomitar.... senti todo o sangue do rosto indo pra não sei onde.
Foi quando veio uma enfermeira e me fez abaixar a cabeça e forçar para cima, me deu um copo de água e (graças a Deus) me tirou dali.
Então melhorei... e mergulhei numa reflexão mais profunda que o mais fundo dos oceanos: cara, depois que a gente é mãe, realmente fica total e absolutamente #molenga, mole, fraca, prestando-pra-nada. Antes eu não me abalava com essas coisas... episódios como o de hoje, possivelmente passariam totalmente em branco e hoje, de repente, lá estava euzinha passando mal (de verdade) apenas por ver uma menininha chorando de dor.

Não que eu já não tivesse chegado a essa conclusão antes.... Em vários momentos o letreiro #maemolenga piscou frenéticamente na minha testa.
A ficha começou a cair naquele caso monstruoso da Isabella Nardoni (registro O caso Isabella transcrito abaixo), e ficou evidente nas situações do dia a dia como nos fatídicos dias de vacina ou quando, pela primeira vez, Pissuca se machucou … machucadinho de nada.. nadica mesmo... mas que me deixou absolutamente em pânico. Situação ilária se não fosse “trágica”, pelo-menos-pra-mim (registro Primeiro machucado (com sangue) da Pissuca abaixo).

De lá para cá foram muitos roxos, arranhões e cabeçadas (tem até uma foto dela com 3 roxos equidistantemente distribuídos na testa … rs... tinha que registrar), mas ontem uma visão aterrorizante se passou por minha mente. Jesus, se acontece algo realmente grave com Pissuca (que Deus do céu e seu anjo da guarda - que até hoje não me decepcionou - não permitam), como eu vou reagir?
Será que eu vou ter o tal sangue-frio necessário para dar tranquilidade pra ela mesmo que eu não possa fazer nada para melhorar? Será???? Aquela sensação do dia da vacina de que na hora do pega-pra-capá a Mãe corajosa-e-absoluta fala mais alto... hoje.... bem... sei mais não!

Tá! Tá bom, estou sofrendo por antecedência... sou bem dessas também... fazer o quê?!
Medaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!



*** Texto registrado em 26/03/10 - Pissuca com 1 ano e 4 meses - O caso Isabella ***

Quando aconteceu essa brutalidade eu tinha acabado de saber que estava grávida. Com certeza aquilo me chocou, mas não sei dizer se me chocaria da mesma forma se eu não estivesse grávida (pois foi algo que é impossível que nao cause indignação em qualquer que seja) mas posso dizer que hoje, mãe, meus sentimentos com relação a essa história terrível são outros, sao diferentes dos sentimentos que tive quando estava apenas ("apenas"?) gravida (aliás, logo depois que a Julia nasceu eu já percebi que meus sentimentos com relação a qualquer coisa que aconteça com crianças havia mudado definitivamente). Confesso que até exclui Isabella da lista de prováveis nomes com medo de ficar sempre me lembrando do acontecido (sei sei que é besteira, mas... toda mãe-grávida é besta mesmo!)


Enfim, com a história toda voltando a tona agora com o julgamento do pai e madrasta, percebo que eu, na situação de mãe (não mais de grávida), o meu sentimento mudou. Na época me lembro que o fato do pai tê-la supostamente (mas agora confirmadamente) jogado pela janela foi o que me indignou. Hoje, não digo mais que é indignação, acho que o sentimento agora é mais de penalização. Sinto-me penalizada com o que aconteceu com essa menininha. O fato de o pai tê-la jogado já não pesa tanto nos meus pensamentos. O que me abala mesmo agora é pensar no que essa bichinha passou. Além da dor das agressões físicas, imagina ela ali vendo o próprio pai prestes a jogá-la da janela? Alguém que a devia proteger e cuidar? Quem ela amava? Tudo bem que dizem que ela estava inconsciente, ok... mas e o antes? E antes dela perder a consciência?

E tem o lado da mãe que na época eu me sensibilizei sim, claro, mas hoje quase que me chega a doer fisicamente no coração imaginar a dor que ela sentiu (e sente! e.. faltalmente... sentirá por toda a vida). Vejo minha filhinha quando qualquer coisa a aflige ela logo chama mamãe.. a Isabella deve ter pensando na mãe dela também... e fico imaginando o que essa mãe deve ter passado imaginando que sua filhinha deve ter chamado por seu nome naquele momento terrível e ela não estava lá e não podia ter feito nada. Acho que o pior depoimento que li da mãe foi ela dizendo (no tribunal) que quando ela chegou no local e colocou a mão no coraçãozinho dela, estava batendo acelerado. Nossa, só de reescrever isso o meu coração já acelerou...imagina o medo, a dor, tudo que estaria acontecendo com aquele corpinho e aquela alminha de anjo naquele momento terrível?

Minha vontade agora é de pegar minha Pissuca no colo, apertá-la muito muito e tudo que eu queria era poder garantir a ela que eu não deixaria nada, nada, nada de ruim acontecer com ela (seja o que for, de qualquer gravidade), mas infelizmente, meu Deus, não posso (assim como a mãe de Isabela não o pôde). Então, só me resta rezar e pedir muito a Deus que proteja minha pequenininha e a livre de todo o mal! Amém!



*** Texto registrado em 05/04/10 - Pissuca com 1 ano e 4 meses - Primeiro machucado (com sangue) da Pissuca ***


Mal escrevi sobre a "encagaçada mãe molenga" aqui na hora das vacinas e ontem aconteceu algo que eu sabia que um dia ia acontecer (ainda mais sendo ela desse jeito espoleta de ser).. minha Pissuca caiu e se machucou (com saaaangue!). Ai ai ai... desespero total, mae tremendo, quase chorando porque Pissuca caiu de boca e cortou os lábios... sangue jorrando! aff. Ainda não tinha visto sangue saindo da minha bebezinha ... e ela vindo correndo de bracinhos abertos, chorando, gritando mamaaaaaeeee na minha direção, e a blusinha já manchada de sangue... ai... quase mata mamae de dor no coração. E mãe encagaçada quase nao conseguiu pegá-la no colo no momento da sangüeira . Papai que veio, pegou e mamae correu pra pegar gelo, tremendo, sem pernas e totalmente em pânico. O Anderson olhava pra mim como dizendo: "calma, vc está assustando ainda mais a menina!"... tá.. concordo vai! mas como nao entrar em panico com aquela sangueira toda?


Pior... caiu porque mamae foi pra cozinha e ela veio correndo atrás... (sim, porque ela nao anda mais... só corre né?!). Culpa culpa culpa. Ai tadinha... ela pegava minha mão e colocava na boca dela como pedindo "tira mamãe, tira esse negócio que está doendo da minha boquinha". Ai Deus! Impotência... Mas aí, depois que estancamos o sangue ela deitou a cabecinha no meu peito e "descansou"... aí pude me sentir a mãe protetora de sempre e não a mãe "de pernas moles e tremendo" na hora que viu sua bebezinha tão machucadinha.

Depois que passou e ela já estava rindo e brincando com a nenen dela (uns 20 minutinhos depois, diga-se de passagem!) fiquei pensando: gente... foi só um cortezinho na boca.. nada demais, graças a Deus. Outros machucados virão, é certo (ainda mais arteira do jeito que ela é... a contar pela quantidade de vezes que ficou de testa roxa de tanto cair de cabeça no chão.. - mas.. não tinha sangue... ), daí só me resta começar a esfriar sim o meu sangue... esperando esses momentos.. para que eu possa ter o sangue frio suficiente (sangue de novo.. mas que assunto recorrente!) na hora pra passar remedinho e não assustá-la mais ainda. E taí mais uma atribuição de mãe, que não ensinam pra gente, mas deveria constar do currículo de qualquer mãe: primeiros socorros com pós-graduação em sangue-frio (ai... essa palavra de novo! Espero não ter ficado traumatizada! :0 ) .

#soudessas

3 de maio de 2011

Dicas para a 1ª ida ao cinema.

Já estava há um tempão com vontade de levar Pissuca ao cinema... Daí, finalmente veio o sinal: conseguiu ficar sentadinha assistindo a um filme inteirinho no DVD... ok...chegou a hora de introduzí-la à 7ª arte!

Preparando psicologicamente (método é o segredo do sucesso):

1 – contar a ela como vai ser para ela se sentir segura (aliás, faço isso em caso de qualquer novidade e sempre funciona)

“a gente vai ver um filme bem legal da ararinha azul numa TV beeeem grandoooona”.
2 – começar a ensinar regras básicas de etiqueta

Falando sussurrando: “deixa mamãe explicar: quando estiver lá dentro do cinema, a gente só pode falar assim baixinho ó... não pode falar alto nem gritar, tá bom?"
3 - chamar atenção para alguma coisa que ela goste

Mostrando o cartaz do filme: “ E tem o Hector, olha! “ (e.t: temos um bulldog inglês a-cara do bulldog do filme)
4 – evitar dispersão, pelo menos até ela se prender ao filme

Pacotão de pipoca!
Resultado: Tudo tranquilo, ela adorou o filme (e nós também!)...


E toda hora que a cracatua branca malvada aparecia ela falava baixinho: “mamãe, quelo ir embola”. Eu ignorava ou explicava que a cracatua estava pegando a ararinha porque gostava muito dela... E aí ela voltava a atenção ao filme novamente.

A sensação foi na hora que o bulldog apareceu: “mamãaaae, olha o Hector babado” .

rs...

E que venham todos os próximos filmes da Disney/PIXAR....


Vai uma pipoquinha aê?!






29 de abril de 2011

Ele veeeio!


Adoro incentivar a imaginação da Pissuca. Na verdade, a fantasia é a melhor coisa de ser criança. Depois que a gente cresce, a realidade nos consome. Então... bora aproveitar né? Adoro brincar com ela criando estorinhas com os bonecos, sempre tenho um enredo por trás de respostas a perguntas que ela não entenderia se fosse dita a verdade (aquela nua-e-crua).

E ela viaja... é igual a mãe!
Em um minuto é bailarina, no outro é princesa (antes era a Cinderela, agora é a tal da Aurora da novela da seis. oi?), no minuto seguinte é o super-homem (ãh? pois é... o pai de um dos amiguinhos dela costuma dizer: "por 1 minuto, Julinha não nasce menino".. e aí ela me vem com essa! enfim...)...

Bem, mas heim... voltando ao assunto... então... a Páscoa é terra fértil para criar fantasias (só não barra o Natal). E no nosso caso, tem uma vantagem enorme: Pissuca não tem medo do Coelhinho da Páscoa (o mesmo não posso falar do Papai Noel). Alguns radicais consideram essas épocas como pretexto consumista, eu prefiro considerar como oportunidades para dar asas a imaginação, voar na fantasia e nos divertir horrores. E de quebra, cá estamos nós criando mais uma tradição (já escrevi como gosto de cultivar tradições, né?)

Quase um mês antes o Coelhinho da Páscoa já era assunto e abstendo-me do comentário balde-de-água-fria (ic ic!) de uns dias antes, lá fui eu alimentar o imaginário de Pissuca para criar a fantasia da Páscoa.

A estória foi a seguinte (no fim dou uns bizus):

Na noite anterior, Pissuca coloca uma cenoura na janela (afinal, o bichinho merece um agrado já que virá trazendo vários ovinhos de chocolate). E ficou a dúvida:


SERÁ QUE O COELHINHO VAI VIR?



Na manhã do domingo de Páscoa lá estava a cenourinha, toda mordida pelo coelhinho que deixou a marca de suas patinhas. A cara de Pissuca vendo a cenoura mordida e as patinhas do coelhinho, definitivamente #naotempreco.




E o coelhinho veio nos visitar 2 vezes (de manhã na casa de uma vovó e a tarde, depois da soneca, na casa da outra vovó)

Aí fomos todos à caça. E lá vai Pissuca e sua cestinha procurar as patinhas pela casa que indicavam o lugar onde o coelhinho tinha deixado os ovinhos.


Cestinha improvisada com a aste da orquídea da Bisa (concepção de mamãe, execução de papai)


Atrás da cortina: é clássico, aliás ficou clara a preferência do Coelhinho em deixar os ovinhos atrás de móveis, portas e plantas.





Depois, a farra maior não é nem comer o chocolate, mas descobrir os presentinhos dentro. E ainda dá para esticar mais um pouquinho a diversão pintando carinhas de coelhinho.




Por último, Pissuca foi ajudar mamãe a limpar a sujeira que o Coelhinho deixou.

- Vamos falar pro Coelhinho da próxima vez limpar o pé antes de entrar né, Pissuca?

- É mamãe. O Coelhinho fez sujeira. Ai-Ai-Ai!


Hora dos bizus:

Para fazer as patinhas: usei maizena para as patinhas brancas e café para as patinhas pretas. E como nada nunca sai exatamente como o planejado, esse negócio de molhar o dedo no pó e fazer como um carimbo não funcionou na cerâmica (talvez por causa do uso de cera, não sei). Daí o que fiz foi colocar montinhos para cada parte da patinha tentando montar o desenho. Para a próxima visita do coelhinho preciso melhorar isso... deu pra perceber a gambiarra né? Ficou trash, eu sei!

Para evitar desarranjos e continuar garantindo muita diversão, o Coelhinho pode trazer menos ovinhos e no lugar, deixar alguns mimos: brinquedinhos ou algo especial.
No caso de Pissuca foram miniaturas (baratinhas) de personagens do Toy Story e um palhacinho, cujo objetivo já contei aqui. Tá certo que não adiantou muito porque 2 visitas não tem como não render chocolate até a Páscoa do ano que vem! E falando em mimos, na hora de comprar os ovos o foco é: qual é o brinde que vem dentro?




Claro que a gente sabe que o significado da Páscoa é muito maior.... e lógico que quando chegar a hora vamos contar toda a história e a importância espiritual desse período. Mas, por hora, prefiro mantê-la no mundo maravilhoso da fantasia e a recompensa é isso aí ó:  tem coisa melhor?

 E mamãe aqui já está fervilhando as idéias para a Páscoa do ano que vem!

27 de abril de 2011

A gente PENSA que enrola.


Pissuca deve ter sido uma menininha muito boazinha mesmo heim?! Pois o coelhinho da Páscoa veio visitá-la duas vezes esse ano (aliás, a visita será tema do próximo post... #merece) ... e o resultado é que tem ovo de chocolate até a Páscoa do ano que vem.

Mas além de chocolate, não é que o coelhinho trouxe também uns mimozinhos? Um deles foi um palhacinho dentro de um ovo transparente. Mamãe pensou: providencial para tentar tirar o medo dela de palhaço, afinal, se foi o coelhinho que trouxe, claro que esse tal de palhaço deve ser de confiança! Claro... que nunca! Pissuca não quis nem pegar no palhaço ... pegou os ovinhos que estavam junto e não queria nem que tirassem o palhaço do lugar.

Mas, como mais uma dessas coisas inexplicáveis que acontecem com a cabeça de criança (vai entender?!), outro dia ela pediu para tirar o palhacinho do ovo e agora tá num grude só! Já levou pra escolinha com ela 2 vezes e tem até nome: Palhaço Lelé (de onde ela tirou isso? Não me perguntem!)

Daí mamãe resolve forçar uma barra (aproveitando a lembrança dela da ida ao teatro ver o Peixonauta)


- Quer ir ver o palhacinho no teatro?


Ela parou e, séria, respondeu:


- Não. Quero só desse aqui!


- Desse aqui o quê?


- Quero teatro só desse aqui pequeninho. Não quero teatro do grandão não.


(ic, ic)


#fail



A gente pensa que enrola ... doce ilusão!

26 de abril de 2011

Eu apoio DE FATO!






Eu realmente acredito nisso e DE FATO pratico.

Não estou aqui tentando dizer o que é certo ou errado até porque, como já disse várias vezes, cada um educa os filhos como acha melhor. A questão é que eu acredito sim, firme e sinceramente que palmada não educa.

Claro que não é fácil (ninguém disse que seria) e lógico que eu não sou nenhum poço de paciência (longe disso). É difícil sim e muitas e muitas vezes a mão chega a coçar, principalmente nessa fasezinha crítica dos malbenditos 2 anos.
Mas nessas horas prefiro juntar meus dedinhos, entoar um mantra e contar até 10... 1000...10.000 (ou, às vezes usar a terapia do grito: um bom grito extravasa instantâneamente toda e qualquer pressão interna - não é gritar com a criança, é gritar ao vento se é que me entendem! rs).

Na minha opinião bater não resolve a questão. Já estive em dúvida no início, não me sentia capaz de bater mas me questionava se não o deveria e algumas vezes me senti meio na contra-mão do que muitas mães que eu conheço defendem. Mas hoje (lendo e estudando sobre o tema), tomei o partido (e muitas vezes sou criticada veladamente por causa disso): estou convencida, pelo menos para mim, bater não é opção. Acredito que existem outras formas de punir que sejam menos agressivas e me orgulho de dizer que nunca dei uma palmadinha sequer em minha filha.


Talvez educar sem bater seja mais demorado, mais trabalhoso do que educar pelo medo (que ilude um resultado imediato). Mas decidi seguir por esse caminho (e arcar com a pressão) pois confio que os efeitos futuros serão mais coerentes com o que eu acredito. Se realmente serão??? Não sei, só o tempo vai dizer!

             Limites sem trauma (Tânia Zagury)

E para quem quiser ler um pouquinho mais sobre o assunto: 
http://www.naobataeduque.org.br/site/campanha/index.php
http://www.bateremcriancaecovardia.com.br/




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